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	<title>Serviços Financeiros - Artemisia</title>
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	<description>Negócios de Impacto Social</description>
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	<title>Serviços Financeiros - Artemisia</title>
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		<title>Negócio democratiza acesso à educação financeira para mudar realidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 14:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidadania financeira é um tema de suma importância no combate à desigualdade. Atrelada a um contexto amplo de inclusão financeira...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p id="8af5" class="ih ii gp ij b ik il im in io ip iq ir is it iu iv iw ix iy iz ja dn hm" data-selectable-paragraph="">A cidadania financeira é um tema de suma importância no combate à desigualdade. Atrelada a um contexto amplo de inclusão financeira, de proteção ao consumidor de serviços financeiros e com a participação do cidadão no diálogo sobre o sistema financeiro, ela dialoga com a disseminação de informações qualificadas para que as pessoas tomem melhores decisões de como lidar com o dinheiro no cotidiano. Além disso, endereça a complexidade do planejamento familiar no Brasil.</p>
<p id="3b02" class="ih ii gp ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph="">Análise do Plano CDE aponta<span id="rmm"> </span>que a variação de renda das famílias brasileiras pode ser de até 600% entre os meses, considerando as rendas fixa e variáveis. Um negócio de impacto social tem atuado com o objetivo de democratizar o acesso à educação financeira, sobretudo entre a população em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</p>
<p id="92b4" class="ih ii gp ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph="">Fundada por Bia Santos e Marden Rodrigues em 2016, a <a class="dy jg" href="https://www.barkus.com.br/" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow noreferrer">Barkus Educacional</a> busca compartilhar não só conhecimentos: oferece suporte no desenvolvimento de comportamentos financeiros mais saudáveis. Para isso, uma das ferramentas utilizadas é Iara — um bot humanizado que ensina finanças pessoais por meio de trilhas de aprendizagem individuais e personalizadas ministradas pelo WhatsApp.</p>
<p id="4174" class="ih ii gp ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph="">Na prática, o apoio tem a missão de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos à medida que aprimora a relação deles com o dinheiro. O tema da educação financeira surgiu na vida dos fundadores depois de uma pesquisa que fizeram no Ensino Médio, em 2012. Anos depois, os jovens perceberam que ter acesso a esse conhecimento foi essencial para melhorarem de vida.</p>
<p id="cb2c" class="ih ii gp ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph="">Essa percepção inspirou a criação da edtech. Hoje, com mais de 45 mil pessoas atendidas, o negócio de impacto social utiliza metodologias autorais e, com o apoio da tecnologia, cria soluções educacionais que fomentam novas atitudes, novos conhecimentos e comportamentos financeiros mais saudáveis em jovens e adultos.</p>
<p id="feff" class="ih ii gp ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph="">O desafio enfrentado por empreendedores no País também é objeto dos conteúdos segmentados em finanças pessoais, investimentos, empreendedorismo, business e lifestyle.</p>
<p id="2af7" class="ih ii gp ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph=""><em class="jh">Maure Pessanha é empreendedora e presidente do Conselho da Artemisia. Texto publicado originalmente no </em><a class="dy jg" href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/negocio-democratiza-acesso-a-educacao-financeira-para-mudar-realidades/" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow noreferrer"><em class="jh">Blog do Empreendedor — Estadão PME</em></a><em class="jh">.</em></p>
<blockquote class="ji jj jk">
<p id="7ae9" class="ih ii jh ij b ik jb il im in jc io ip iq jd ir is it je iu iv iw jf ix iy ja dn hm" data-selectable-paragraph=""><strong class="ij gq">Você pensa em empreender no setor de Serviços Financeiros para gerar impacto positivo em nossa sociedade? </strong><a class="dy jg" href="https://www.artemisia.org.br/servicosfinanceiros/" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow noreferrer">Conheça nossa Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a> — estudo que criamos em parceria com Aspen Network of Development Entrepreneurs e MetLife Foundationque analisa os principais desafios enfrentados pela população de baixa renda e aponta as oportunidades para quem pensa em criar um negócio de impacto social no setor. <a class="dy jg" href="https://www.artemisia.org.br/servicosfinanceiros/" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow noreferrer"><strong class="ij gq">Faça o download gratuito AQUI.</strong></a></p>
</blockquote>
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		<title>Bancos e moedas comunitárias fomentam a cidadania financeira em territórios vulneráveis</title>
		<link>https://artemisia.org.br/bancos-e-moedas-comunitarias-fomentam-a-cidadania-financeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 13:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho - Geração de Renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As moedas sociais têm desempenhado um importante papel no fomento e no apoio ao empreendedorismo. São elas que dão suporte a dois perfis...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="graf graf--p">As <strong class="markup--strong markup--p-strong">moedas sociais</strong> têm desempenhado um importante papel no fomento e no apoio ao empreendedorismo. São elas que dão suporte a dois perfis de empreendedores e empreendedoras que, em um cenário de pandemia, enfrentam desafios de sobrevivência e são peças-chave tanto para os que já tinham negócios — e estão lutando para sobreviver à crise — quanto para os que se lançaram no empreendedorismo por necessidade, após a perda do emprego.</p>
<p class="graf graf--p">A oferta de crédito, o letramento digital e o fortalecimento local, por meio da disseminação de conhecimentos de gestão, são algumas das ajudas fornecidas por bancos comunitários que operam em diversos territórios periféricos do Brasil. Criadas com o objetivo de fortalecer a economia local, as moedas sociais educam financeiramente e são parte fundamental para o desenvolvimento de territórios que reúnem potências empreendedoras com alta capacidade de vencer cenários de vulnerabilidade socioeconômica.</p>
<p class="graf graf--p">Essas instituições financeiras colocam em prática uma tecnologia social que deve ser replicada; são bancos que funcionam como um elemento de entrada para uma cidadania financeira para além de ter acesso a produtos — oferecem ao cidadão a oportunidade de ter e experimentar serviços financeiros de qualidade.</p>
<p class="graf graf--p">Ao atuar em regiões que não contam com os bancos convencionais, as moedas são fortemente pautadas por questões sociais do território no qual circulam — como demostra a <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="https://pme.estadao.com.br/noticias/geral,moedas-sociais-impulsionam-empreendedorismo-em-bairros-perifericos,70003906255" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-href="https://pme.estadao.com.br/noticias/geral,moedas-sociais-impulsionam-empreendedorismo-em-bairros-perifericos,70003906255">matéria do <strong class="markup--strong markup--p-strong">Estadão</strong></a>. No contexto do empreendedorismo, vemos que há um vínculo real com o empreendedor; apoio que é tangível, especialmente, no suporte, na capacitação e definição de estratégias de atuação.</p>
<p class="graf graf--p">Na minha visão, essas organizações — que contam com pouquíssimo apoio governamental — precisam de suporte para potencializarem o próprio papel na cadeia de valor do empreendedorismo em comunidades. Hoje, são pontes relevantes entre negócios, fornecedores e clientes. Um dos exemplos dessa potência é o <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="http://bancotupinamba.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer" data-href="http://bancotupinamba.blogspot.com/">Banco Tupinambá</a>, apoiado pela <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="http://artemisia.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-href="http://artemisia.org.br">Artemisia</a> em 2016, no programa Desafio Natura Amazônia: Negócios para Floresta em Pé.</p>
<p class="graf graf--p">Fundado em 2009 por moradores da Baía do Sol — bairro de oito mil habitantes localizado no Distrito de Mosqueiro, Belém (Pará) –, o Banco Tupinambá nasceu com o objetivo de garantir microcrédito para fomentar a produção e o consumo local, além de promover o desenvolvimento da localidade.</p>
<p class="graf graf--p">A instituição, que atua dentro do princípio de Economia Solidária, empresta recursos com juros baixos, sem exigência de consultas cadastrais, comprovação de renda ou fiador. A meta é manter a riqueza produzida pelo bairro dentro do próprio território, algo que o banco concretiza ao aceitar a compra e a venda via moeda local, a Moqueio.</p>
<p class="graf graf--p">O Banco Tupinambá foi o primeiro banco comunitário da região Norte e o 34º em um ranking nacional composto por 150 bancos. Gerido localmente pelo Instituto Tupinambá, ele tem por missão implementar projetos de trabalho e geração de renda por meio de sistemas de economia solidária, focados na superação da pobreza urbana<br />
e rural.</p>
<p class="graf graf--p">A proposta é fornecer acesso a serviços bancários para os moradores das comunidades em situação de vulnerabilidade social e econômica, que normalmente não teriam acesso a recursos nos bancos tradicionais pela falta de histórico de crédito ou por não terem garantia financeira. A distância física de instituições financeiras convencionais é um fator, também, que limita o acesso de empreendedores e empreendedoras a recursos.</p>
<p class="graf graf--p">Hoje, o Banco Tupinambá atua em três eixos distintos e, ao mesmo tempo, complementares. O primeiro pilar é o de correspondente bancário para o qual conta com o sistema da Rede Brasileira de Bancos Comunitários (e-dinheiro), que possibilita fazer transações dos serviços bancários. O segundo é constituído pelos empréstimos para consumo — via moeda social Moqueio — e para a produção de empreendimentos locais, feito em parceria com o Banco da Amazônia (programa Amazônia Florescer). O terceiro é o controle social, que conta com o envolvimento da comunidade em todas as ações do banco.</p>
<p class="graf graf--p">Com o apoio da entidade gestora, Instituto Tupinambá, apoia projetos como o Ceci Mulheres, que oferece suporte a dez famílias que atuam com culinária regional; Amazônia no seu Quintal, que ajuda dez famílias no cultivo de hortas caseiras; Mel Social, voltado a trabalhar a cadeia de produção e criação de abelhas regionais; Arraiá Tupi, evento junino que envolve tradições locais; e Réveillon Comunitário, com ampla participação da comunidade.</p>
<p class="graf graf--p">Com a oferta de serviços e o apoio a iniciativas locais, o banco possibilita a circulação do dinheiro na própria comunidade. Desde a fundação, o consumo interno local passou de 2% para mais de 92% — fato comprovado pela criação de mais de 300 comércios e serviços em um bairro pobre e ribeirinho da Amazônia. Os dados estão detalhados na pesquisa <em class="markup--em markup--p-em">Produção e Consumo</em>, realizada em 2015 pelo Instituto Tupinambá em parceria com a Association Internationale des Etudiants en Sciences Economiques et Commerciales.</p>
<p class="graf graf--p"><em class="markup--em markup--p-em">Maure Pessanha é empreendedora e presidente do Conselho da Artemisia. Texto publicado originalmente no </em><a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/bancos-e-moedas-comunitarias-fomentam-a-cidadania-financeira-em-territorios-vulneraveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/bancos-e-moedas-comunitarias-fomentam-a-cidadania-financeira-em-territorios-vulneraveis/"><em class="markup--em markup--p-em">Blog do Empreendedor — Estadão PME</em></a><em class="markup--em markup--p-em">.</em></p>
<blockquote class="graf graf--blockquote"><p><strong class="markup--strong markup--blockquote-strong">Você pensa em empreender no setor de Serviços Financeiros para gerar impacto positivo em nossa sociedade? </strong><a class="markup--anchor markup--blockquote-anchor" href="https://www.artemisia.org.br/servicosfinanceiros/" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow noreferrer" data-href="https://www.artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">Conheça nossa Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a> — estudo que criamos em parceria com Aspen Network of Development Entrepreneurs e MetLife Foundationque analisa os principais desafios enfrentados pela população de baixa renda e aponta as oportunidades para quem pensa em criar um negócio de impacto social no setor. <a class="markup--anchor markup--blockquote-anchor" href="https://www.artemisia.org.br/servicosfinanceiros/" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow noreferrer" data-href="https://www.artemisia.org.br/servicosfinanceiros/"><strong class="markup--strong markup--blockquote-strong">Faça o download gratuito AQUI.</strong></a></p></blockquote>
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		<title>Banqueira, não; articuladora de dinheiro para transformações sociais</title>
		<link>https://artemisia.org.br/articuladora-de-dinheiro-para-transformacoes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 20:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alessandra, do Banco Pérola, tem mostrado a força feminina e o pioneirismo no universo das fintechs de impacto.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="1c0a" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">O relatório <em class="gz">Women in Business and Management: The Business Case for Change</em>, conduzido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) — órgão lidado à Organização das Nações Unidas (ONU) — mostrou que as empresas lideradas por <strong class="gj ha">mulheres</strong> têm até 20% de resultados melhores do que as demais. Interessante notar que as companhias que investem em <strong class="gj ha">equidade de gênero</strong> nos postos de trabalho e criam mecanismos para alçar as profissionais a postos de liderança se destacam nos resultados financeiros, registrando crescimento da ordem de 10% a 15% na receita.</p>
<p id="77d5" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Esse levantamento robusto — que contou com 70 mil empresas de 13 países — destacou como atributos os ganhos corporativos não apenas em rentabilidade financeira, mas em produtividade, criatividade, inovação, retenção de talentos e reputação. Uma pena notar que, embora a força de trabalho feminina impacte positivamente o negócio, no âmbito global, apenas um terço dos conselhos de administração possui, pelo menos, 30% de mulheres, ocupando suas cadeiras.</p>
<p id="d386" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Muito longe de uma postura conformista com o cenário de desigualdade, em todo o mundo, vozes femininas poderosas têm alertado para a importância da equidade de gêneros. Melinda Gates é uma das defensoras dessa causa; ela acredita que a <strong class="gj ha">liderança feminina </strong>é essencial nos governos, finanças, tecnologia e saúde.</p>
<p id="17b1" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Em negócios de <strong class="gj ha">impacto social</strong>, gostaria de dividir com leitores e leitoras um exemplo poderoso de uma líder. Alessandra França, diretora-presidente do <strong class="gj ha">Banco Pérola</strong>, tem mostrado a força feminina e o pioneirismo no universo das fintechs de impacto social. Filha de agricultores paranaenses, ela se tornou uma das empreendedoras sociais mais inspiradoras do Brasil.</p>
<p id="5315" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Fundada há uma década, a organização voltada à concessão de crédito já destinou R$ 37 milhões para microempreendedores, microempresas e empresas de pequeno porte. O acesso a crédito com qualidade — um dos grandes desafios mapeados pela <a class="bh cq gv gw gx gy" href="https://pme.estadao.com.br/noticias/geral,fintechs-driblam-desafios-para-atender-populacao-de-baixa-renda,70002736711" target="_blank" rel="noopener nofollow">Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a> — é o foco de atuação da empreendedora. Um dos diferenciais do negócio é operar, desde 2014, por meio de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, o que garante parceiros investidores e parceiros operadores de crédito.</p>
<p id="edaa" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Alessandra trabalha com o chamado <strong class="gj ha">microcrédito produtivo</strong> orientado, que auxilia o empreendedor a usar da melhor forma possível o dinheiro recebido. Com isso, o Banco Pérola registra taxa de inadimplência média de 2,5%. Com a aprovação de um fundo de investimento na Comissão de Valores Imobiliários (CVM), o banco atua com uma plataforma de microfinanças.</p>
<p id="e025" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Não à toa cito esse exemplo de liderança feminina na véspera do #8M. Trago, justamente, por ser preciso evidenciar o papel fundamental das mulheres como protagonistas das mudanças sociais que a nossa sociedade demanda.</p>
<p id="73df" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph="">Alessandra, que começou a sua jornada de empreendedora social inspirada pelo Muhammad Yunus — fundador do Grameen Bank — não se considera uma banqueira. Na prática, acredita ser uma articuladora de ações de transformação social que usa o dinheiro como ferramenta.</p>
<p id="7b9a" class="gh gi ca at gj b gk gl gm gn go gp gq gr gs gt gu ds" data-selectable-paragraph=""><em class="gz">Maure Pessanha é empreendedora e diretora-executiva da Artemisia. Texto publicado originalmente no </em><a class="bh cq gv gw gx gy" href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/banqueira-nao-articuladora-de-dinheiro-para-transformacoes-sociais/" target="_blank" rel="noopener nofollow"><em class="gz">Blog do Empreendedor — Estadão PME.</em></a></p>
<blockquote><p><strong class="markup--strong markup--blockquote-strong">Você é empreendedor(a) de um negócio que gera impacto positivo?</strong></p>
<p>Estamos sempre em busca de novos(as) empreendedores(as) — de todo o Brasil — que queiram gerar impacto positivo em nossa sociedade. Compartilhe mais sobre você e seu negócio <a class="markup--anchor markup--blockquote-anchor" href="https://impactosocial.artemisia.org.br/lp-institucional-empreendedores" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-href="https://impactosocial.artemisia.org.br/lp-institucional-empreendedores"><strong class="markup--strong markup--blockquote-strong">AQUI</strong></a><strong class="markup--strong markup--blockquote-strong">.</strong> Se sua solução tiver fit com um dos nossos programas de aceleração, entraremos em contato.</p>
<p>E se você se interessa em Serviços Financeiros: <a class="markup--anchor markup--blockquote-anchor" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros" target="_blank" rel="noopener" data-href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros">conheça nossa Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a> — estudo que criamos em parceria com Aspen Network of Development Entrepreneurs e MetLife Foundation que analisa os principais desafios enfrentados pela população em situação de vulnerabilidade econômica e aponta as oportunidades para quem pensa em criar um negócio de impacto social no setor. <a class="markup--anchor markup--blockquote-anchor" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/"><strong class="markup--strong markup--blockquote-strong">Faça o download gratuito AQUI.</strong></a></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Startup de educação financeira ajuda cidadão a negociar dívidas e ficar no ‘azul’ o ano inteiro</title>
		<link>https://artemisia.org.br/startup-de-educacao-financeira-ajuda-cidadao-a-negociar-dividas/</link>
					<comments>https://artemisia.org.br/startup-de-educacao-financeira-ajuda-cidadao-a-negociar-dividas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 14:08:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O endividamento das famílias brasileiras voltou a crescer e se tornou o maior em três anos.</p>
<p>O post <a href="https://artemisia.org.br/startup-de-educacao-financeira-ajuda-cidadao-a-negociar-dividas/">Startup de educação financeira ajuda cidadão a negociar dívidas e ficar no ‘azul’ o ano inteiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://artemisia.org.br">Artemisia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Blu365 usa tecnologia de dados para entender comportamento do usuário e ajudá-lo com orientação financeira; site traz dicas gratuitas e soluções como o Renda Extra</strong></p>
<article>
<section class="hu hv hw hx hy">
<div class="y ik x dc da db">
<p id="73a2" class="jv jw bm bc jx b jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki" data-selectable-paragraph="">O endividamento das famílias brasileiras voltou a crescer e se tornou o maior em três anos, de acordo com o Banco Central. A taxa acumulada em 12 meses subiu para 44,04% em maio deste ano, tornando-se o mais alto índice desde abril de 2016 — quando marcou o nível de 44,2%. <strong class="jx kj">Impacto do desemprego na renda familiar</strong>, ausência de reserva financeira de emergência, baixa educação financeira e falta de controle nos gastos estão entre os principais motivos. Vale ressaltar que muitos dos problemas financeiros enfrentados pela população em situação de vulnerabilidade econômica estão associados à baixa adequação dos atuais serviços às reais necessidades da população, além da falta de entendimento sobre os serviços financeiros adquiridos.</p>
<p id="fdfe" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph="">As informações disponibilizadas pelas instituições financeiras são pouco claras e geram escolhas não conscientes — que podem comprometer a saúde financeira de brasileiros e brasileiras da baixa renda de diferentes faixas etárias. Diante desse cenário, defendo ser essencial <strong class="jx kj">fomentar negócios capazes de empoderar</strong> homens e mulheres com dados qualificados que norteiam o uso de serviços e produtos como poupança, planejamento e crédito.</p>
<p id="5489" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph="">No Brasil, para quem pensa em empreender uma fintech (startup financeira), existem oportunidades concretas para criar soluções de base tecnológica que gerem alto impacto social. Há muito espaço para o desenvolvimento de produtos e serviços éticos voltados à real cidadania financeira; são soluções que podem usar a inteligência da economia e da psicologia — com forte viés comportamental — para vencer a desconfiança do consumidor brasileiro e apoiá-lo a tomar melhores decisões. Aliás, empresas que conversem com o público feminino são mais que bem-vindas. De modo geral, a janela de oportunidades está aberta para plataformas que tragam educação e <strong class="jx kj">inclusão financeira</strong>.</p>
<p id="d1d5" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph="">Dentro dessa temática, destaco a <strong class="jx kj">Blu365</strong>, negócio que tem transformado a maneira como empresas se relacionam com clientes em dificuldades financeiras. Inovadora, a empresa aplica uma nova lógica ao modelo tradicional de negociação de dívidas ao utilizar data science, big data e CRM para entender o contexto de vida e o comportamento dos brasileiros endividados.</p>
<p id="5720" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph="">Com base em informações comportamentais qualificadas, passou a apoiar o consumidor na tarefa de se planejar <strong class="jx kj">para quitar as dívidas e “ficar no azul”</strong> durante 365 dias do ano. Na prática, oferece orientação financeira e serviços de negociação de dívidas para pessoas “negativadas”.</p>
<h4 id="86ae" class="ji jj bm bc bb fr jk jl jm jn jo jp jq jr js jt ju">Bicos e renda extra</h4>
<p id="0849" class="jv jw bm bc jx b jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki" data-selectable-paragraph="">Para se ter uma noção da assertividade da solução, no primeiro trimestre de 2019, os empreendedores dobraram o número de famílias que escolheram a Blu365 para renegociar débitos: mensalmente são 100 mil novas negociações, que contabilizam R$ 67 milhões negociados todos os meses. O <a class="ci ce kp kq kr ks" href="http://www.blu365.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong class="jx kj">site da empresa</strong></a> — que conta com artigos e orientações financeiras gratuitas — recebe mais de 1,5 milhão de visitantes mensais.</p>
<p id="d3ec" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph="">Uma das soluções mais procuradas é o<strong class="jx kj"> Renda Extra</strong>, conteúdo baseado no mapeamento dos principais segmentos (alimentação, beleza, educação, entregas, locação, pet, produtos, revenda, serviços e transporte) e de aplicativos para que os brasileiros possam conseguir uma renda extra, por meio de bicos e trabalhos temporários, para auxiliar na quitação de dívidas.</p>
<p id="c9a1" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph="">A antropologia econômica tem nos mostrado que, sem a devida educação financeira, o acesso ao crédito leva as famílias <strong class="jx kj">a um ciclo permanente de dívidas</strong>. Romper com essa lógica contribui para transformarmos informação em transformação social.</p>
<blockquote>
<p class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph=""><strong class="jx kj"><em class="bc">Você é empreendedor(a) de uma startup de impacto?</em></strong><em class="bc"> Estamos sempre em busca de novos(as) empreendedores(as) — de todo o Brasil — que queiram gerar impacto positivo em nossa sociedade. Compartilhe mais sobre você e seu negócio </em><a class="ci ce kp kq kr ks" href="https://impactosocial.artemisia.org.br/lp-institucional-empreendedores" target="_blank" rel="noopener"><strong class="jx kj"><em class="bc">AQUI</em></strong></a><strong class="jx kj"><em class="bc">.</em></strong><em class="bc"> Se sua solução tiver fit com um dos nossos programas de aceleração, entraremos em contato. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></em></p>
</blockquote>
<p class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph=""><strong class="jx kj">Maure Pessanha é empreendedora e diretora-executiva da Artemisia, organização pioneira no fomento e na disseminação de negócios de impacto social no Brasil.</strong></p>
<p id="e3ea" class="jv jw bm bc jx b jy kk ka kl kc km ke kn kg ko ki" data-selectable-paragraph=""><strong class="jx kj"><em class="kw">Texto publicado originalmente no </em></strong><a class="ci ce kp kq kr ks" href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/startup-de-educacao-financeira-ajuda-cidadao-a-negociar-dividas-e-ficar-no-azul-o-ano-inteiro/" target="_blank" rel="noopener"><strong class="jx kj"><em class="kw">Blog do Empreendedor — Estadão PME.</em></strong></a></p>
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<p>O post <a href="https://artemisia.org.br/startup-de-educacao-financeira-ajuda-cidadao-a-negociar-dividas/">Startup de educação financeira ajuda cidadão a negociar dívidas e ficar no ‘azul’ o ano inteiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://artemisia.org.br">Artemisia</a>.</p>
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		<title>Oportunidades para quem pensa em criar uma fintech de impacto social</title>
		<link>https://artemisia.org.br/oportunidades-para-quem-pensa-em-criar-uma-fintech-de-impacto-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 19:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar equipes multidisciplinares, com diversidade econômica, racial, de gênero e social é a dica para quem vai iniciar uma jornada...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="hb hc ba ar aq eo hd he hf hg hh hi hj hk hl hm hn">Criar equipes multidisciplinares, com diversidade econômica, racial, de gênero e social é a dica para quem vai iniciar uma jornada empreendedora</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr hs ht hu hv hw hx hy hz ia ib" data-selectable-paragraph="">A população brasileira mais vulnerável economicamente vive em uma situação de escassez financeira que causa obstáculos à tomada de decisões adequadas, fazendo com que a constante preocupação em resolver emergências cotidianas torne mais difícil planejar decisões de longo prazo. Estudos de psicologia econômica — que têm medido o impacto dessa condição na capacidade de as famílias de menor renda fazerem melhores escolhas — mostram o desafio de construir uma arquitetura de decisão que direcione o usuário de serviços financeiros para atitudes que resultem em bem-estar econômico.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">Os desafios de grande parte da população para o acesso e uso com qualidade de serviços financeiros <a class="bp bl ih ii ij ik" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">apontam oportunidades para empreender fintechs de impacto social</a>, que podem endereçar os desafios de forma escalável e gerar alto impacto positivo no setor. Uma das formas é adaptar os serviços já existentes, corrigindo as barreiras e dificuldades de uso para as pessoas em situação de vulnerabilidade econômica; simplificar produtos de entrada — redesenhar soluções para melhorar a arquitetura de escolha, a partir do profundo conhecimento do público-alvo –; e adequar a linguagem para que o consumidor assimile os benefícios do produto e tenha confiança no serviço.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph=""><a class="bp bl ih ii ij ik" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">As oportunidades de criar soluções de base tecnológica e que gerem alto impacto social existem e são concretas</a>; têm, também, o apoio de uma regulamentação favorável que estimula a inovação. Há muito espaço para o desenvolvimento de produtos e serviços éticos voltados à real cidadania financeira. É possível usar a inteligência da economia e da psicologia — com forte viés comportamental — para vencer a desconfiança do consumidor brasileiro e apoiá-lo a tomar melhores decisões. Soluções que conversem com o público feminino são, também, mais que bem-vindas.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">De modo geral, <a class="bp bl ih ii ij ik" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">a janela de oportunidades está aberta para empreendedores de impacto social inovadores e conectados com a causa de levar produtos financeiros que tragam educação e inclusão financeira</a>. Uma recomendação que faço aos que vão iniciar uma jornada empreendedora é que criem times multidisciplinares e diversos. As fintechs, de modo geral, têm times mais ‘tech touch’ e com pouca diversidade econômica, racial, de gênero e social nas equipes. Para criar melhores produtos de impacto, precisamos de equipes mais diversas. Entre as oportunidades de empreender detectadas pela <a class="bp bl ih ii ij ik" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a>, destaco as soluções para o aumento da digitalização, construção de histórico para crédito, produtos que constroem confiança e produtos que empoderam o usuário para escolhas financeiras conscientes.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">O baixo uso de soluções digitais e a queda do número de correspondentes bancários<strong class="hq il"> </strong>— principal porta de acesso à população de menor renda — apontam para a primeira oportunidade: <strong class="hq il">aumento da digitalização</strong>. A escalabilidade proporcionada pela digitalização tem o potencial de reduzir os custos de aquisição de clientes e os custos de transação, tornando os serviços das fintechs mais acessíveis e atraentes para usuários. São exemplos de soluções: contas digitais que usem tecnologia para oferecer transparência e serviços sem custo ao usuário e parcerias com cooperativas de crédito que atendam aos empreendedores de menor renda para capilaridade e menor custo de aquisição. O aumento da digitalização também tem potencial de melhorar o acesso a crédito adequado para o público mal servido pelo atual sistema financeiro. São exemplos de soluções a adaptação de serviços de crédito para especificidades do público e facilitação do direcionamento de recursos do microcrédito.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">A população de baixa renda não bancarizada — ou que faz pouco uso dos serviços financeiros — não consegue acessar crédito por não ter histórico construído em instituições financeiras. Diante desse desafio, surge a segunda oportunidade: <strong class="hq il">o uso de dados não estruturados para construção de histórico para essa parcela da população</strong>. São exemplos as startups que não se entendem como fintechs — oriundas de outros setores — mas, que possuem meios de pagamento nos serviços oferecidos, gerando histórico de recebimento e inadimplência (como aplicativos para motoristas particulares) e soluções com uso de dados não estruturados para construção de histórico que apoiem a análise de concessão de crédito.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">A desconfiança, além da preferência por pagamentos em espécie, gera pouco uso dos serviços financeiros. A oportunidade número três propõe <strong class="hq il">criar confiança por meio da simplificação de produtos financeiros de entrada </strong>que quebrem as barreiras entre o usuário e os serviços financeiros, a partir de um conhecimento aprofundado do público. São exemplos os serviços financeiros de entrada com fácil usabilidade e comunicação simples e transparente — que quebrem barreiras para adoção de outros serviços financeiros (conta, seguro, investimento, cartão de crédito, cartão pré-pago) — serviços com foco local na comunicação e solução, que geram identificação e pertencimento com a população das comunidades em situação de vulnerabilidade econômica e serviços com atendimento híbrido (presencial e online), que criam confiança com o usuário no contato presencial para apoio no uso da solução digital.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">Muitos dos problemas financeiros enfrentados pela população são ocasionados pela falta de entendimento dos serviços e informações pouco claras que geram escolhas não conscientes ou saudáveis. A quarta oportunidade — <strong class="hq il">produtos que empoderam o usuário para escolhas conscientes </strong>— propõe o uso de arquitetura de escolha (nudges, da economia comportamental) que apoie o bom uso dos serviços e decisões mais conscientes, melhorando aspectos de poupança, planejamento e tomadas de créditos.</p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph="">A cultura empreendedora tem avançado no Brasil e revelado uma nova geração de empreendedores que transformam os desafios sociais em inclusão por meio de produtos e serviços financeiros que resolvem as dores da população mais vulnerável economicamente. Nos quatro cantos do país há empreendedores interessados em transformar a realidade de escassez com inovação.</p>
<blockquote>
<p data-selectable-paragraph=""><strong class="hu ih">Você pensa em empreender no setor de Serviços Financeiros para gerar impacto positivo em nossa sociedade? </strong><a class="bp bl in io ip iq" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">Conheça nossa Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a> — estudo que criamos em parceria com Aspen Network of Development Entrepreneurs e MetLife Foundationque analisa os principais desafios enfrentados pela população de baixa renda e aponta as oportunidades para quem pensa em criar um negócio de impacto social no setor. <a class="bp bl in io ip iq" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/"><strong class="hu ih">Faça o download gratuito AQUI.</strong></a></p>
</blockquote>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph=""><strong class="hq il">Maure Pessanha é coempreendedora e diretora-executiva da Artemisia, organização pioneira no fomento e na disseminação de negócios de impacto social no Brasil.</strong></p>
<p class="ho hp ba ar hq b hr ic ht id hv ie hx if hz ig ib" data-selectable-paragraph=""><strong class="hq il"><em class="im">Texto publicado originalmente no</em></strong><a class="bp bl ih ii ij ik" href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/oportunidades-para-quem-pensa-em-criar-uma-fintech-de-impacto-social/"><strong class="hq il"><em class="im"> Blog do Empreendedor — Estadão PME.</em></strong></a></p>
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		<title>Os ‘mal servidos’ do sistema financeiro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 17:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise minuciosa mostra que a bancarização dos brasileiros não está associada à plena inclusão financeira   O Brasil possui um...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 id="6399" class="graf graf--h3 graf-after--h3">Análise minuciosa mostra que a bancarização dos brasileiros não está associada à plena inclusão financeira</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p id="c443" class="graf graf--p graf-after--h3">O Brasil possui um setor financeiro sofisticado, robusto e celebrado mundialmente pela inovação tecnológica, mas enfrenta uma dicotomia: esse sistema não atende integralmente a população, sobretudo a de menor renda. O país possui um contingente significativo de <em class="markup--em markup--p-em">underserved — </em>termo em inglês que designa os “mal servidos” pelo sistema financeiro tradicional. Uma análise minuciosa mostra que a bancarização dos brasileiros não está associada à plena <strong class="markup--strong markup--p-strong">inclusão financeira</strong>. Ao contrário, abrir uma conta sem oferecer qualidade no serviço gera um grupo de cidadãos e consumidores mal servidos pelo sistema financeiro — um público com acesso a produtos e serviços caros e não adequados às suas reais necessidades.</p>
<p id="81c7" class="graf graf--p graf-after--p">A questão central é que ter acesso a uma conta, ou a um serviço financeiro, não se converte, necessariamente, no uso desses produtos, ou no bom uso. Aliás, falta de uso denota pouca adequação de alguns dos serviços existentes às necessidades da <strong class="markup--strong markup--p-strong">população de menor renda</strong>.</p>
<p id="a999" class="graf graf--p graf-after--p">Com esse desafio no horizonte, as <strong class="markup--strong markup--p-strong">fintechs </strong>que se propõem gerar impacto social positivo têm hoje o momento ideal para resolver os gargalos do sistema financeiro por uma confluência de fatores: são negócios que estão no centro do debate sobre a evolução da relação <em class="markup--em markup--p-em">entre</em> população e finanças — nunca houve tanto dinheiro disponível para captação –; e a evolução tecnológica propicia soluções digitais para temas simples e também complexos como o <em class="markup--em markup--p-em">blockchain</em>. Em um contexto no qual 112,4 milhões de pessoas vivem com até R$ 22 por dia — cerca de 60% da população do país — os serviços financeiros adequados, acessíveis e que agregam educação para o uso mais consciente e saudável do dinheiro são essenciais, mas escassos.</p>
<p id="2acc" class="graf graf--p graf-after--p">Para analisar os desafios dos serviços financeiros, o papel das fintechs e as oportunidades para empreendedores de impacto social, a Artemisia conduziu a Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros<em class="markup--em markup--p-em">,</em> um amplo mapeamento setorial que contou com o apoio do ANDE (Aspen Network for Development Entrepreneurs) Catalyst Fund, por meio do patrocínio da MetLife Foundation e consultoria técnica do Plano CDE.</p>
<p id="904b" class="graf graf--p graf-after--p">A análise traz tópicos que explicam o conceito de inclusão financeira, as mudanças regulatórias que apresentam oportunidades e cases de <strong class="markup--strong markup--p-strong">startups de impacto social </strong>promissoras que criaram soluções inovadoras para possibilitar a inclusão financeira de muitos brasileiros. Para os interessados em entender melhor essa indústria, o <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros." target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" data-href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros.">conteúdo pode ser acessado</a> gratuitamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong class="hu ih">Você pensa em empreender no setor de Serviços Financeiros para gerar impacto positivo em nossa sociedade? </strong><a class="bp bl in io ip iq" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/">Conheça nossa Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</a> — estudo que criamos em parceria com Aspen Network of Development Entrepreneurs e MetLife Foundationque analisa os principais desafios enfrentados pela população de baixa renda e aponta as oportunidades para quem pensa em criar um negócio de impacto social no setor. <a class="bp bl in io ip iq" href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/"><strong class="hu ih">Faça o download gratuito AQUI.</strong></a></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<ul class="postList">
<li id="95bf" class="graf graf--li graf-after--p"><strong class="markup--strong markup--li-strong">Maure Pessanha é empreendedora e diretora-executiva da Artemisia, organização pioneira no fomento e na disseminação de negócios de impacto social no Brasil.</strong></li>
<li id="dd94" class="graf graf--li graf-after--li graf--trailing"><strong class="markup--strong markup--li-strong"><em class="markup--em markup--li-em">Texto publicado originalmente no </em></strong><a class="markup--anchor markup--li-anchor" href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/os-mal-servidos-do-sistema-financeiro-brasileiro/" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-href="https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/os-mal-servidos-do-sistema-financeiro-brasileiro/"><strong class="markup--strong markup--li-strong"><em class="markup--em markup--li-em">Blog do Empreendedor — Estadão PME.</em></strong></a></li>
</ul>
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		<title>Impacto Social em Serviços Financeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 13:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tese/Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de acesso à educação financeira e a serviços financeiros adequados à realidade da baixa renda brasileira são barreiras...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A falta de acesso à educação financeira e a serviços financeiros adequados à realidade da baixa renda brasileira são barreiras críticas para utilização mais eficiente dos serviços existentes e para real inclusão financeira da população. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, considera-se incluído alguém que possui uma conta bancária. Contudo, a simples bancarização sem qualidade de uso gera um grupo de cidadãos e consumidores conhecidos no mercado como </span><i><span style="font-weight: 400;">underserved</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; ou mal servidos &#8211; pelo sistema financeiro. É um público com acesso a produtos e serviços caros, de baixa qualidade e juros exorbitantes. Essa é a situação comum entre a população de baixa renda do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja abaixo depoimentos que retratam o cenário atual.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“<strong>Eu tenho que poupar. Para mim, conseguir um financiamento é raríssimo.</strong>”<br />
Homem, 32 anos, morador de comunidade e com renda variável informal</p>
<p>“<strong>É porque eu pago a internet e a minha esposa paga a luz, eu pago o mercado e a minha esposa paga a natação, sabe? Não é confuso. Por exemplo, a minha esposa paga a água e eu pago a luz, mas se ela não conseguir pagar a água, eu vou ter que pagar, daí mudou o meu planejamento, entendeu?</strong>”<br />
Fonte: Plano CDE “Diários Financeiros 2.0” 2018</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acreditamos que negócios de impacto social podem contribuir para mudar esse cenário ao oferecerem soluções inovadoras para os diversos desafios enfrentados por essa grande parcela da sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, com apoio da Aspen Network of Development Entrepreneurs e da MetLife Foundation, desenvolvemos a </span><b>Tese de Impacto Social em Serviços Financeiros</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; estudo que reúne informações sobre os desafios enfrentados na temática e aponta as oportunidades para o desenvolvimento de negócios de impacto social que possam contribuir de forma positiva à sociedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja na íntegra o estudo e conheça as oportunidades para desenvolver negócios de impacto que façam parte da resolução dos desafios no tema. </span></p>
<p><a href="https://artemisia.org.br/servicosfinanceiros/"><b>ACESSE AQUI A TESE DE IMPACTO SOCI</b><b>A</b><b>L EM SERVIÇOS FINANCEIROS</b></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O impacto de gerar inclusão financeira para microempreendedores</title>
		<link>https://artemisia.org.br/o-impacto-de-gerar-inclusao-financeira-para-microempreendedores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 20:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A despeito da série de desafios, o empreendedor brasileiro sempre foi movido por sonhos. Entretanto, nos últimos três anos, temos...</p>
<p>O post <a href="https://artemisia.org.br/o-impacto-de-gerar-inclusao-financeira-para-microempreendedores/">O impacto de gerar inclusão financeira para microempreendedores</a> apareceu primeiro em <a href="https://artemisia.org.br">Artemisia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A despeito da série de desafios, o empreendedor brasileiro sempre foi movido por sonhos. Entretanto, nos últimos três anos, temos visto a demanda de voltar ao mercado de trabalho permear o ímpeto de empreender. No país de mais de 12 milhões de desempregados, ganha relevância o fenômeno do “empreendedorismo por necessidade”.</p>
<p>De acordo com levantamento da Serasa Experian, como resposta à crise econômica houve um avanço significativo na formação de empresas e na formalização de microempreendedores; o primeiro semestre de 2018 registrou um crescimento de 38% em relação ao mesmo período em 2015. O Brasil já conta, hoje, com 7,7 milhões de microempreendedores individuais (MEIs), categoria criada pelo governo para formalizar empresas que faturam até R$ 81 mil por ano.</p>
<p>A análise do perfil desses brasileiros mostra que setores como alimentação, entrega, beleza e vestuário são os preferidos desses microempreendedores que transformam talentos pessoais em negócios. A renda familiar média é de aproximadamente R$ 4 mil, 73% não têm nível superior e reportam a insegurança em relação aos pontos burocráticos e jurídicos.</p>
<p>Entre os desafios enfrentados, está a falta de acesso a serviços financeiros adequados e de apoio para lidar com a burocracia que envolve a formalização. Para os não formalizados, soma-se a isso a ausência de benefícios como a cobertura previdenciária (auxílio doença e aposentadoria, por exemplo).</p>
<p>Ou seja, há um número grande de microempreendedores não formalizados que estão deixando de recolher impostos, ter oportunidades de crescimento via investimentos e garantia de seguridade social porque não conseguem lidar com os trâmites burocráticos.</p>
<p>É nesse contexto que entra um negócio de impacto social fundado por Gislaine Zaramella, Rodrigo Salem e Marcelo Moraes. O trio, a partir do sonho de desenvolver o maior programa de inclusão financeira para empreendedores brasileiros, criou a MEI Fácil, uma plataforma de serviços financeiros — que também conta com um aplicativo — destinada aos microempreendedores. O negócio apoia o empreendedor no processo de formalização, além de atuar para educar e oferecer acesso a apoios financeiros essenciais para o crescimento e a consolidação dos negócios.</p>
<blockquote><p>“Setores como alimentação e beleza são os preferidos desses microempreendedores que transformam talentos pessoais em negócios”</p></blockquote>
<p>Um dos pontos interessantes no modelo desse negócio de impacto social é o pacote de serviços iniciais oferecidos tanto na modalidade gratuita quanto na paga. Em apenas quatro minutos, o empreendedor solicita o CNPJ de forma gratuita. Esse microempreendedor recebe informações sobre emissão de notas fiscais, pagamento de impostos e declarações. Pelo Whatsapp (ZAP MEI) e tevê digital (TV MEI Fácil) tem acesso a conteúdos produzidos por especialistas com dicas sobre empreendedorismo.</p>
<p>Após passar por um processo intensivo de aceleração na Estação Hack por seis meses, a MEI Fácil conta com mais de 400 mil usuários, mais 160 mil empresas foram formalizadas pelo negócio e mais de 50 mil microempreendedores utilizam as dicas do ZAP MEI.</p>
<p>Com impacto na economia nacional, o empreendedorismo no Brasil tem sido a grande força da transformação social. E, por isso, os negócios de impacto social mostram a relevância de uma ideia empreendedora associada a um sonho empático, no qual a força coletiva altera os contornos da paisagem social, política e econômica de um país.</p>
<p><em>*Maure Pessanha é coempreendedora e diretora-executiva da Artemisia, organização pioneira no fomento e na disseminação de negócios de impacto social no Brasil. (Texto publicado originalmente no Blog do Empreendedor do Estadão PME)</em></p>
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		<title>Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 16:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicação]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, quase 40% da população brasileira ainda não é bancarizada e 3 em cada 4 famílias sentem alguma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;">Atualmente, quase 40% da população brasileira ainda não é bancarizada e 3 em cada 4 famílias sentem alguma dificuldade para chegar ao fim do mês com seus rendimentos*. O baixo nível de educação financeira da população de baixa renda e <strong>a escassez de produtos e serviços financeiros que atendam às necessidades deste público contribuem para a instabilidade e vulnerabilidade, o que dificulta uma melhoria de qualidade de vida dessa população.</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>A Artemisia acredita que é preciso potencializar uma nova geração de soluções/negócios escaláveis que promovam a inclusão financeira e que atendam às necessidades da população de menor renda no Brasil.</strong> Por isso nos juntamos à CAIXA, uma empresa pública presente na vida de milhares de brasileiros e focada na inclusão financeira, para correalizar o “Desafio de Negócios de Impacto Social: Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos”, o <strong>primeiro programa de inovação aberta com impacto social do Brasil</strong>, criado com o objetivo de identificar, refinar e acompanhar o desenvolvimento de soluções de negócio inovadoras e com alto potencial de impacto social em educação financeira e serviços financeiros e de gerar de valor compartilhado alinhado à estratégia de negócio e de responsabilidade socioambiental da empresa.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">(SIPS 2011; BACEN, 2013)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="color: #333333;">&#8220;<em>Essa primeira iniciativa de inovação aberta conduzida pelo banco trouxe grandes aprendizados. À medida que buscávamos as respostas para as incertezas que permeiam um processo como esse, entendemos que para inovar é preciso arriscar; mas, também é possível minimizar os riscos envolvendo pessoas chave, ouvindo quem tem experiências para agregar e estar aberto a mudanças. E ao nos aproximarmos dos empreendedores, identificamos oportunidades de melhorias para os nossos próprios processos e fomos provocados a olhar para eles de forma inovadora.</em>”</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #333333;">Luciana Freitas Eneias Oliveira, Superintendente Nacional de Inteligência e Estratégia da CAIXA</span></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Mais sobre o programa</strong> | <a style="color: #333333;" href="https://artemisia.org.br/desafiocaixa/">https://artemisia.org.br/desafiocaixa/</a></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Na mídia</strong></span><br />
<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://exame.abril.com.br/pme/caixa-busca-startups-financeiras-para-investir-ate-200-mil/">Exame</a> | Caixa busca negócios sociais para investir até R$ 200 mil (destaque)</span><br />
<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://www.dci.com.br/financas/caixa-procura-quinze-negocios-financeiros-de-impacto-social-1.467138">DCI</a> | Caixa procura quinze negócios financeiros de impacto social</span><br />
<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="http://planodenegocios.blogfolha.uol.com.br/2016/10/13/caixa-e-artemisia-vao-apoiar-empresas-que-promovem-inclusao-financeira/">Folha de S. Paulo</a> | Caixa e Artemisia vão apoiar empresa que promovem inclusão financeira</span><br />
<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://conteudo.startse.com.br/mercado/felipe/fintechs-para-populacao-de-baixa-renda-podem-receber-r-215-mil-da-caixa/">StartSe</a> | Fintechs para população de baixa renda podem receber R$ 215 mil da Caixa</span><br />
<span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://startupi.com.br/2016/10/caixa-e-artemisia-selecionam-negocios-de-impacto-social/">Startupi</a> | Caixa e Artemisia selecionam negócios de impacto social</span></p>
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		<title>Safaricom: como a maior operadora do Quênia criou um negócio de impacto social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 19:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a Safaricom criou a M‑Pesa, um serviço financeiro móvel que promove inclusão social e transformou milhões de vidas no Quênia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma nova geração de empreendedores criativos criando startups que já nascem com um duplo objetivo: resolver um problema social e ter lucratividade.</p>
<p>Mas como empresas já tradicionais no mercado que não nasceram com esse duplo objetivo podem aumentar o seu impacto social?</p>
<p>Um exemplo de grande empresa que criou um negócio de impacto social é a <a href="http://www.safaricom.co.ke/" target="_blank" rel="noopener">Safaricom</a>. Ela é a principal operadora de telefonia móvel no Quênia e atua no país desde 1997. A Safaricom gera mais de 1.500 empregos e tem expandido bastante suas ações no país.</p>
<p>A Safaricom, em parceria com a <a href="http://www.vodafone.com/content/index.html" target="_blank" rel="noopener">Vodafone</a>, uma multinacional operadora de telefonia, com presença em mais de 25 países, criou o primeiro serviço de mobile banking, a <strong>M-Pesa</strong>. A motivação da empresa foi contribuir com os objetivos do milênio traçados pela ONU.</p>
<p>A M-Pesa é um <a href="https://artemisia.org.br/conteudo/negocios/nosso-conceito.aspx">negócio de impacto social</a> que permite o pagamento e a transferência de dinheiro por meio de SMS. O nome foi pensado considerando a cultura local, “pesa” significa dinheiro na língua local (Swahili) e o M vem de “mobile”.</p>
<h2>Mas, porque um serviço financeiro por celular?</h2>
<p>No Quênia, 73% da população utilizam serviços de telefonia móvel, mas 30 milhões de pessoas não possuem conta bancária o que dificulta o envio de dinheiro para suas famílias de forma segura e as transições de pagamento, no caso de microempreendedores.</p>
<p>Isso acontece porque o país tem grande parte da população vivendo com <strong>menos de US$ 2 dólares por dia</strong> e em regiões rurais afastadas dos grandes centros. O que é curioso é que no país é mais fácil comprar um celular que tem preço e tarifas extremamente acessíveis para a população mais pobre do que abrir uma conta no banco.</p>
<h2>Como funciona a M-Pesa?</h2>
<p>O cliente Vodafone vai até uma loja ou outro estabelecimento comercial onde exista o posto da operadora e faz uma troca de dinheiro por créditos eletrônicos, os <em>e-floats</em> (crédito da Safaricom), que depois podem ser usados em transferências para outros clientes Vodafone, compra de créditos de celular ou mesmo faturas de contas. A conta é vinculada ao número de telefone e pode ser acessada por meio de um aplicativo instalado no cartão SIM do cliente. As lojas participantes recebem da Safaricom uma taxa a cada conversão de valores realizada.</p>
<p>Os custos das transações pelo M-Pesa são significativamente baixos, assim como a burocracia para os consumidores, inclusive aqueles que recebem as transferências. Além disso, as empresas criaram parcerias para oferecer seguro para a população de mais baixa renda.</p>
<p><strong>O resultado? </strong>A M-Pesa foi criada em 2007 e hoje conta com mais de 3.6 milhões de clientes e ganha a cada dia mais 10.000 clientes. Desde 2008 já movimentou mais de 245 milhões de dólares em transações.</p>
<p>O número de empregos gerados também aumentou. Atualmente, mais de 40 mil agentes são responsáveis por coletar o dinheiro em moeda real dos clientes e realizar os depósitos em contas bancárias.</p>
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		<title>Tese de Impacto em Serviços Financeiros e Tendências para Startups Fintech</title>
		<link>https://artemisia.org.br/impacto-servicos-financeiros-startups-fintech/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[@artemisia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 19:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra a tese de impacto nos serviços financeiros desenvolvida pela Artemisia e explore as principais tendências para startups fintech.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dificuldade de acesso à rede bancária é uma das principais razões para a não bancarização da população de baixa renda no Brasil. A falta de transparência dos produtos financeiros associada à cultura de consumo no país leva milhões de brasileiros a um endividamento excessivo: 14 milhões de famílias comprometem mais de 30% da renda mensal com o pagamento de dívidas.</p>
<p>Os serviços financeiros oferecidos pelos bancos não atendem às necessidades das classes C, D e E, sendo que a oscilação de renda – grande parte regida pelo trabalho informal e baixa rentabilidade – está entre as principais barreiras para que esse público se torne correntista; cerca de 40% dos brasileiros não são bancarizados. Soma-se a esses fatores um índice: 70% de reclamações contra os bancos estão relacionadas à falta de informação.</p>
<p>Hoje, os correspondentes bancários são o principal ponto de contato da baixa renda com serviços financeiros, presentes em praticamente todos os municípios; somente 26% deles estão autorizados a abrir contas; 68% recebem pagamentos; e 62% encaminham empréstimos e financiamentos. O cartão de crédito aparece, desde 2007, liderando o ranking das formas de pagamento para a baixa renda. Essas são algumas da análises presentes na <em>Tese de Impacto em Serviços Financeiros</em>, conduzida pela equipe da Aceleradora da Artemisia.</p>
<p><em>“A Artemisia tem por objetivo acelerar e apoiar empresas em estágio inicial com o potencial de gerar alto impacto na população de baixa renda, portanto, buscamos compreender profundamente os setores nos quais atuamos – saúde, educação, serviços financeiros e habitação – e identificar oportunidades. A Tese de Impacto de Serviços Financeiros foi desenvolvida a partir de uma análise criteriosa do acesso e comportamento desse estrato populacional. A proposta foi entender quais são os desafios estruturais enfrentados pela população em relação aos ativos financeiros; as diretrizes e programas governamentais para o setor de finanças; os principais mercados, tendências, players e características marcantes”</em>, detalha Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia.</p>
<p>A partir desta análise, a equipe da Aceleradora identificou oportunidades para o surgimento e consolidação de <em>startups </em>que geram um impacto positivo a partir da inclusão financeira por meio de base tecnológica. Cientes dos novos tempos que virão, os bancos contam com a barreira das regulamentações, que mantêm startups, negócios de impacto social e eventuais concorrentes afastados do mercado.</p>
<p>O<em> mobile payment</em> precisa de instituição bancária parceira para operar no Brasil, assim como <em>peer-to-peer lending,</em> por exemplo. Enquanto isso, em outros países, a desburocratização resulta no surgimento de alternativas interessantes, a exemplo da Lenddo – que oferece financiamentos com base em reputação social, desviando dos bancos uma geração de clientes nas Filipinas, México e Colômbia; um negócio de impacto social que está empoderando economicamente a classe média dessas nações.</p>
<p>Nos Estados Unidos, uma das startups mais promissoras é a Quippi, usada por imigrantes mexicanos para o envio de dinheiro para os familiares. A operação é bastante simples: o usuário adquire um cartão eletrônico para o familiar utilizar no México, no qual “deposita” a quantia em dólar que será revertida na moeda local. O pagamento equivalente ao depósito é feito por cartão de crédito, débito ou por código de barras enviado via celular, pago em qualquer loja da rede 7-Eleven. O serviço conta com mais de 40 mil usuários.</p>
<p>No Brasil, os números das fintechs são pequenos diante da tendência global. Pesquisa conduzida pela FintechLab revela que o país conta com 130 empresas com atuação em meios de pagamento, gerenciamento financeiro, empréstimos e negociação de dívida, entre outros serviços. Nos Estados Unidos, a estimativa é que existem pelo menos 2 mil startups de serviços financeiros.</p>
<p>Dados da publicação <em>The Economist</em> mostram que fundos de investimento aplicaram US$ 15 bilhões em fintechs ao longo de 2015. No Brasil, a FintechLab estima que foram investidos, no ano passado, R$ 200 milhões nessas empresas; em 2016 esse montante pode chegar a R$ 450 milhões. Em curto prazo, cinco anos, as fintechs podem tomar, em média, 23% dos negócios que hoje são conduzidos por instituições financeiras ao redor do mundo.</p>
<h2>Inovação Aberta</h2>
<p>Em 2014, na Ciab Febraban, especialistas se revezavam para alertar sobre as inovações que seriam introduzidas por startups e que sinalizavam uma mudança disruptiva trazida pelas fintechs. A partir daí, as startups passaram a ser tratadas como alternativa dos grandes bancos para diminuir a inércia de inovação dentro das organizações e, por consequência, diminuir riscos de perder margens e aumentar receitas com propostas diferenciadas. Por essas razões, muitos bancos têm se associado a startups. As <em>fintechs,</em> em sua maioria, têm ampla capacidade de inovação, de apresentar soluções e ter agilidade de manobra – mas dependem dos bancos para abrir portas e implementar serviços e produtos por conta da regulamentação, necessidade de tração/escala e capital. Por outro lado, bancos mitigam riscos por trazer para perto inovações; essas instituições buscam acesso a clientes jovens ou foco de novas ações.</p>
<p>“Banco do Brasil e Bradesco, por exemplo, criaram novo banco voltado para a população de baixa renda”, analisa Renan Costa Rego, gerente de Aceleração da Artemisia. O executivo acrescenta que o discurso de “guerra contra os bancos” se transformou em “parceria com os bancos”. Nos Estados Unidos, essa cooperação está bem estabelecida, enquanto que no Brasil se encontra em um estágio inicial, com destaque para iniciativas como o Cubo (Itaú) e InovaBRA (Bradesco).</p>
<p>Segundo Renan Costa Rego, as parcerias e investimentos devem ser encarados pelos empreendedores com certa reserva, já que revolucionar o setor e reduzir de forma significativa os custos de transação para o cliente final não parecem ser objetivos dos bancos. “Não há dúvida de que as startups fintech têm que lidar com os bancos, pois para muitas das atividades financeiras no Brasil são exigidas a atuação de uma instituição regulamentada pelo Bacen. Pelo fato dessa regulação e pelo mercado ser extremamente concentrado é pouco provável que alguma startup consiga crescer sem sofrer pressão ou boicote de bancos. Nesse sentido, os empreendedores acabam fechando as parcerias com os bancos para garantir que o negócio não apenas cresça, mas que não morra. O custo de aquisição de clientes é muito alto para startups e os bancos já os têm em sua base, junte isso com dinheiro e influência nos meios regulatórios e você verá como um banco é sedutor para o empreendedor”, avalia o executivo.</p>
<p>De acordo com a análise da Artemisia, as empresas de tecnologia têm tomado o lugar dos bancos por uma série de questões e pela própria evolução do comportamento do consumidor. Alibaba (China), Baidu (China) e Lendoo (Filipinas) são alguns dos exemplos desta movimentação. Vale ressaltar que o sistema bancário tem por base uma montanha de dados; informações que essas empresas também têm pelo volume gigantesco de operações.</p>
<p>Os bancos estão cada vez mais <em>online</em>, com foco na retirada de clientes das agências e expansão para o meio virtual, mais escalável e rentável. Essas instituições vêm perdendo força pela alta quantidade de regulação e burocracia – 71% dos americanos dizem preferir ir ao dentista do que a um banco; um terço dos norte-americanos, nascidos a partir de 1980, esperam contar com serviços financeiros com tecnologia, em substituição aos bancos.</p>
<p><em>“A internet tem feito empresas de tecnologia analisar melhor os dados do que os sistemas tradicionais dos bancos, além de empoderar o usuário final/cliente com informações em tempo real, atualizadas e devidamente triadas para uso. Muitos bancos não emprestam para pequenas empresas, deixando um mercado aberto para startups de tecnologia, que têm novas iniciativas para diminuir o risco, peer-to-peer lending, por exemplo”</em>, avalia Maure Pessanha.</p>
<h2>Novos Negócios: tecnologia, impacto e tendências</h2>
<p>Na Artemisia, os serviços financeiros contemplam entre 5% e 9% dos negócios prospectados nos últimos dois anos pela equipe de Busca e Seleção da Artemisia; hoje, a organização conta com oito negócios acelerados deste setor – 10% dos 79 negócios do portfólio da organização.</p>
<p>Na avaliação da equipe da Artemisia  a tendência é que as transações digitais cresçam ainda mais, já que criam uma forma mais simples e barata de pagamentos, tendo como alvo as bandeiras de cartão de crédito no futuro próximo.</p>
<p>É importante ressaltar que a maior parte dos clientes não conhece os caixas ou gerentes de banco – que oferecem produtos não diferenciados ou personalizados; cobram juros altos; impõem tarifas; e fazem o favor de guardar o dinheiro do correntista. Os bancos vêm perdendo margens e alguns mercados não são acessados por eles; em contrapartida, startups <em>fintechs </em>chegam com melhores análises que empoderam os usuários e pequenos empreendedores.</p>
<p>Quando o tema recai para oportunidades para empreendedores de impacto social focados no setor de serviços financeiros, destacam-se produtos e serviços como microsseguro, mobile payment, cartão pré-pago e microcrédito.</p>
<p>O microsseguro é definido como a proteção financeira fornecida por provedores autorizados e oferece produtos para riscos específicos em troca de pagamento de prêmios proporcionais às probabilidades e aos custos dos riscos envolvidos. Com regulamentação efetivada em 2012, os microsseguros são operados, hoje, por grandes seguradoras.</p>
<p>Uma das empresas aceleradas pela Artemisia, a ToGarantido, é pioneira na oferta de microsseguros para baixa renda. “Ao contrário do que se possa pensar, a população de baixa renda já é consumidora do microsseguro e não sabe disso. Ocorre que os valores estão embutidos nas taxas do cartão de crédito, mesmo quando não são usados. Os serviços de microsseguros que têm valor percebido para o público de baixa renda são, por exemplo, seguro para motoboy, serviços funerários e residencial. O impacto reside, justamente por auxiliar na redução da vulnerabilidade dessa população. Quando morre um familiar, por exemplo, é muito difícil para a baixa renda arcar com os custos do funeral. Este é o caso de uma oportunidade para o microsseguro”, avalia Renan Costa Rego.</p>
<p>O Mobile Payment oferece serviços financeiros e bancários com o apoio de telecomunicações móveis, tendo por escopo ofertas customizadas para as transações. OlhaConta, negócio de impacto social acelerado pela Artemisia, é um dos exemplos de Mobile Payment. Criada em 2013 por Samar Sleiman, é a primeira empresa de tecnologia mobile banking do Brasil focada em usuários que não têm conta bancária. A proposta central é baseada em uma tecnologia que disponibiliza à população não bancarizada uma série de serviços financeiros via celular, como transferências de dinheiro, pagamento de contas, compras no varejo, operações de poupança.</p>
<p>O microcrédito é a modalidade de financiamento destinada a pequenos empreendimentos, que se caracterizam pelo reduzido contingente de mão de obra e capital envolvido. A Biva, também acelerada pela Artemisia, ilustra perfeitamente esse modelo de negócio. Primeira plataforma de empréstimo <em>peer-to-peer </em>online, adequada ao sistema financeiro brasileiro, a Biva une pessoas que desejam investir a pequenas e médias empresas que buscam empréstimos; tudo de forma simples e descomplicada. Pode ser utilizada como investidor – que aplica seu dinheiro em diversos projetos e os acompanha ao longo do tempo – ou como tomador de crédito (que realiza todas as etapas do processo de empréstimo dentro da própria plataforma).</p>
<p>A questão da transparência e disseminação de informações de qualidade – que aparecem como demanda da baixa renda na Tese de Impacto – é a matéria-prima da Konkero, o maior portal independente de finanças pessoais no Brasil. É um guia online com conteúdo que traz informações sobre produtos financeiros de forma transparente e isenta para os seus usuários. O conteúdo é gratuito e o portal se monetiza com publicidade e <em>links</em> patrocinados.</p>
<p>O post <a href="https://artemisia.org.br/impacto-servicos-financeiros-startups-fintech/">Tese de Impacto em Serviços Financeiros e Tendências para Startups Fintech</a> apareceu primeiro em <a href="https://artemisia.org.br">Artemisia</a>.</p>
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