Com afroturismo e projeto com o BNDES, Diaspora.Black espera faturar R$ 6 milhões até 2025

Diaspora

O negócio de impacto social desenvolve roteiros e vivências em 18 países e 145 cidades brasileiras

Com o intuito de fortalecer as instituições de memória no território da Pequena África — região central do Rio de Janeiro, local do sítio arqueológico Cais do Valongo, Patrimônio Cultural Mundial pela Unesco e principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil –, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou, em agosto de 2024, um contrato de financiamento de R$ 10 milhões com uma coalizão de organizações negras. O consórcio que recebeu o aporte é formado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), PretaHub e Diaspora.Black. O objetivo do banco é que o investimento total do projeto Viva Pequena África chegue a R$ 20 milhões por meio de recursos captados via doadores.

Carlos Humberto Silva Filho, cofundador da Diaspora.Black. Foto: Divulgação/Marco Torelli

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